Remar. Reamar. Amar.

Todos nós temos cicatrizes. O que nos difere realmente é a maneira como lidamos com nossas feridas de amor. Tenho aprendido ao longo do tempo a tirar experiências e boas lembranças de relações fracassadas. Parando de me culpar e assumindo que se não deu certo, é por causa de dois. Relacionamentos não são feitos sozinhos. A relação é uma via de mão dupla. Um barco com dois ocupantes, que as vezes navega em calmaria e outras vezes em tormentas. Para superar as tormentas, ambos precisam remar forte. Ou o barco afunda. Já naveguei diversas vezes em barcos furados onde eu era a única a remar. As forças se esgotam e chega um momento em que você aceita o naufrágio. Dói. A constatação de que não há mais o que fazer dói. Talvez sejamos salvos, talvez cada um nade para um lugar, talvez nunca mais nos vejamos. Boa sorte pra nós. E deixe estar. " O que for pra ser, vigora. "