28/11/2009

Nostalgiando



Nostalgia: do Gr. nostós, regresso + álgos, dor; s. f., melancolia, abatimento profundo de tristeza, causado pelas saudades do lar ou da pátria.

"Nostalgia...
Saudade do tempo que já se foi.
Saudade do tempo que não volta mais.

Nostalgia dos tempos de escola em que a única preocupação era com as notas,
era em "passar de ano".

Amigos
Festas
Amores
Paixões!
Aaah, as paixões!

Tempos de "inocência".

Hoje me peguei numa nostalgia daquelas!

Tempos de muitos amigos!

Hoje nem tanto.
Poucos ficaram.

Os tempos são outros,
as festas são outras,
os amores e as paixões são outros...
As preocupações, outras! Maiores!

Eu sou outra.

E aquela inocência não existe mais."

Raisa Yasmim

25/11/2009

Êh canseeeeira!



Essa coisa de Faculdade acaba com a gente, né?
Nossa!
Nunca tive tantos trabalhos assim!
Mas agora, finalmente, acabaram os desse semestre...
Ontem fiz a minha última e a mais difícil apresentação de trabalho deste semestre letivo, que foi apresentar a pesquisa do meu grupo de estágio.
Nossa pesquisa teve como tema "PERSPECTIVAS PARA O TRANSTORNO BIPOLAR NA SOCIEDADE:
Contribuições e papel da família na estabilização do quadro."

Fomos o último grupo a apresentar, e a ansiedade e tensão nos acompanhou até o último segundo....
Mas deu tudo certo e acho que foi um "sucesso".
Depois da apresentação, só pra descontrair,
fomos para um barzinho aqui perto tomar aqueeeeeela geladinha (a intenção era tomar uma cachaça pra aliviar a tenção, mas com esse calor, quem aguenta?) e jogamos uma sinuquinha.... rsrs!

Agora só faltam algumas provas e depois: FÉRIAS!
Minhas tão sonhadas férias...

Dizem que o próximo período é pior, mas por enquanto não quero nem pensar nisso!

Bom, vou me despedindo, deixando uma imagem que vi no capinaremos e ri muito...Então, espero que vocês tb achem engraçado, né? rs.

ps: não me entendam mal, ok? é só uma piadinhaa! rs

Falta de Semancol


"Algumas vezes queremos ficar sozinhos, Jesus." [Zanfa - Capinaremos]

huahuahauhuauaa...
Foda.. rsrrsrsrs


BeijOs!

17/11/2009

Aqui Jaz...



Em mais uma das aulas estranhas e ao mesmo tempo interessantes de Psicologia Fenomenológica Existencial, o professor apareceu com um "sonzinho" nas mãos e colocou um cd de marchas fúnebres ou réquiens (como vocês preferirem) para tocar.
Eram músicas até bonitas, como aquelas de propagandas como a do "Bosque da Esperança Cemitério Parque".
Enquanto a música rolava, começou a distribuir uma folha com um desenho de uma lápide escrita com esta frase tããão conhecida: "Aqui Jaz".
Após distribuídas as folhas, pediu que imaginássemos o dia da nossa morte e escrevessemos a nossa própria lápide.
Meio mórbido, eu sei.
E confesso: foi um pouco difícil!
Não consigo pensar no que gostaria de ter escrito no meu "último leito".
Prefiro deixar essa tarefa por conta das pessoas que me conhecem, da minha família e amigos.
Mas é um ótimo exercício para refletir sobre o que fazemos, vamos fazer e tudo o que já fizemos em nossas vidas.
Nos faz pensar sobre o que vamos deixar para aqueles que ficam.
Me emocionei e senti aquele aperto no peito ao escrever a minha.
Um filme da minha vida passava todo ali, na minha frente, naquele momento. A cada palavra que eu escrevia várias cenas boas e ruins vieram à minha cabeça.
Não tive coragem de ler em voz alta.
Algumas pessoas leram e a turma toda se emocionou junto enquanto elas choravam.
Parecia que aquilo estava acontecendo mesmo.
Foi uma experiência estranha, mas boa.
Espero que eu deixe boas lembranças quando minha hora chegar.

BeijO!

Ps: Mais uma vez, recomendo: tente fazer esta experiência. Não precisa que mais ninguém leia, só você.
Apesar da angústia, faz bem....

13/11/2009

O mundo em minhas costas



Tem horas que parece que tudo vem ao mesmo tempo...
Além de estar cheia de trabalhos,
Além de ainda estar em tratamento (que não acaba nunca!),
Meu irmão está em uma crise daquelas!
Extremamente agressivo...
Brigas em casa.. Eu e minha mãe ultimamente não estamos nos dando muito bem...
É uma discussão atrás de outra.
Meu avô paterno sofre outro avc.. Está no cti e noite passada teve complicações respiratórias. Teve que ser entubado. E eu além de estar muito preocupada ainda estou tentando celar a paz na minha família. (minhas primas já não tem muito contato com meus avós paternos, com o pai e meu pai e até comigo há um tempo. Por BRIGAS!)
Saudades dos meus amigos que estão distantes...
Saudades de tê-los perto de mim para me apoiar, me "sustentar".
Sentimento de solidão que mais uma vez me pega...
Aquela angústia, aquele aperto no peito.
Grito sufocado.
Choro sozinha...

Parece que estou carregando o mundo em minhas costas.
Sozinha.

06/11/2009

O que você faz de si?



Desculpem os sumiços! Tem gente que anda até me cobrando pra eu postar logo, mas é que fim de semestre de faculdade é pesado!
Nossa! E pra completar eu ainda estou com aquele probleminha com minha net e meu pc...aff!


Bom, mas hoje quero falar sobre um assunto que discutimos dia desses em sala.
Conversamos sobre Jean-Paul Sartre, um filósofo francês que é meio que conhecido como o representante do Existencialismo.
Lemos algumas coisas que ele disse, e dessas umas me fizeram pensar sobre algumas coisas...
Sartre dizia que "O homem nada mais é do que aquilo que ele faz de si mesmo."
Frase forte, não?
São nossas atitudes, pensamentos, comportamentos que determinam o que somos.
Muitas pessoas se importam demais com o que as pessoas falam ou pensam, mas o que realmente importa é o que você faz de você. Você é responsável por toda a sua existência.
Me lembrei do que o professor costuma dizer pra gente de vez em quando: "Há sempre um ponto de ônibus perto de onde você está."
O que eu entendo disso é que se você não está satisfeito com sua situação, "pega o ônibus"! Muda! Só depende de você... Nós temos um leque de oportunidades e não precisamos ficar presos a padrões ou sermos como os outros querem que sejamos só para satisfazê-los.
Se não estamos felizes, por que não mudar?
Somos livres! E sendo livres, podemos fazer nossas escolhas.
E falando em escolhas, mais uma das falas de Sartre que me chamou atenção foi essa:
"A escolha é possível, em certo sentido, porém o que não é possível é não escolher. Eu posso sempre escolher, mas devo estar ciente de que, se não escolher, mesmo assim estarei escolhendo."
Complexo, não?
É difícil fazer escolhas com tantas opções que temos.
Temos medo de estar "escolhendo errado" ou de que a outra opção fosse melhor.
Porém, como saber se não tentar? A gente acaba perdendo muitas oportunidades, muitas chances pelo simples medo de não tentar.
E é muito melhor se arrepender de ter tentado do que viver para sempre com aquela pulguinha atrás da orelha, aquele sentimento de dúvida, pensando em como seria se não tivéssemos deixado esse medo nos dominar.

Então, seja senhor(a) de si, ator/atriz principal, diretor(a) e escritor(a) de sua história tendo a liberdade de mudar quando sentir necessidade.
Não se prenda. Seja livre.
Tente.

Por hoje, paro por aqui.
Se cuidem!
Beijo enorme...